A “rua de D. Carlos I”, o convento da Esperança e o projeto de 1879: notas de urbanismo

autocolanteA “rua de D. Carlos I”, o convento da Esperança e o projeto de 1879: notas de urbanismo

A Repartição Técnica municipal chefiada por Frederico Ressano Garcia apresentou, em 1879, a proposta de um eixo viário do Aterro ao Rato, que se dividia em dois lanços, o primeiro do qual vinha prolongar a “rua do Duque da Terceira até ao largo das Cortes”. Pensada em contexto liberal como “rua das Cortes”, ganhava forma, neste momento, aquela que viria a ser a “rua de D. Carlos I”. Inaugurado em 1889, este importante “melhoramento público” permitiu a ligação entre o Palácio das Cortes (Assembleia Nacional) e a zona ribeirinha de Santos e da Avenida 24 de Julho, mas arrastou consigo o Convento, a Igreja e a Cerca da Esperança, de fundação quinhentista. Com base nestas premissas procuraremos analisar as dinâmicas que enformaram o projeto e permitiram a “construção” da atual Avenida D. Carlos I e a urbanização das zonas envolventes.

Elisabete Gama

PALAVRAS-CHAVE: Melhoramentos urbanos / Arruamentos / Rua de D. Carlos I / Dinâmicas urbanas / Convento da Esperança

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